Harry Potter - Golden Snitch 2

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Mostrando postagens com marcador LOVE ♥ nightmare. Mostrar todas as postagens
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as vezes, ficar trancada em minha mente, apenas raciocinando com  minha consciência é um pouco pesado. Preciso escapar com tinta e papel como penseira. Nesse momento, não consigo raciocinar direito sobre os últimos dias, se estou realmente acordada ou mantenho-me em um sonho platônico como nos últimos anos. Mereço mesmo ficar feliz com algumas palavras bonitos e elogios vindos dele ? Depois de me magoar tantas vezes com palavras, parece que todos estão falando por falar e até o momento, eu estava vazia. Mas e essas palavras vindas dele ( e que esperei por tanto tempo para serem proferidas) ? Enchem meu coração de alegria e esperança de  algo desconhecido e desejado. Acordo com um sorriso em lábios e durmo com os olhos brilhando. Ontem fucei meu blog e achei vários textos sobre você. Inclusive, estava a pensar – gosto de você desde que te conheci, que começamos a nos falar- e encontrei um texto com o titulo – You had me at hello- hah.  Por longos meses consegui me envolver a ter desejos profundos pó pessoas erradas e desejei me apaixonar novamente. Fico pensando se tínhamos mesmo que passar por tudo isso para chegar a meio entendimento, como nos últimos dias.... Minha timidez deu de encontro com a sua naquele dia do show e a falta de comunicaçao  que fez com que disperdiçarmos uma noite. Um tipo de falha na comuniaçao e depois, obviamente resolvida e esclarecida. Em momentos sozinha, o romantismo some e, confesso, que o lado do desejo fala mais alto. Não tenho culpa de você ser o macho alpha da minha especie. Passaram-se apenas dois dias desde eu tudo aconteceu e eu desejo loucamente que nos encontremos o mais rápido possível. Sou inconstante e ajo sem pensar. Desejo as coisas ue em outros momentos podem não mais me ser tão atraente. Acredito que tudo isso tenha um prazo de validade ate que tudo em sua mente seja dita pra mim, porque ate o momento, só tenho a minha visão do que aconteceu...         Sinto eu logo isso acabara...        

Hell. Paris. 75016.

6 " Desenganada antes do tempo, vomito sobre os sentimentos artificiais. O que a gente chama de amor é apenas o álibi consolador da união de um perverso com uma puta, é somente o véu rosado que cobre o rosto assustador da solidão invencível. Vesti uma carapaça de cinismo, meu coração é castrado, sou a dependência lamentável, a zombaria do engordo universal, Eros com uma foice enfiada na sua aljava. Amor, isto é tudo que a gente encontrou para alienar a depressão pós cópula, para justificar a fornicação, para consolidar o orgasmo. Ele é a quintessência do Belo, do Bem, do Verdadeiro, que remodela a sua cara escrota, que sublima sua existência mesquinha. Bom, eu, eu o rejeito. Pratico e louvo o hedonismo mundano, ele me poupa. Ele me poupa das euforias grotescas do primeiro beijo, do primeiro telefonema, de escutar uma dúzia de vezes um simples recado, de tomar um café, uma bebida: as reminiscências da infância, os amigos comuns, as férias na Côte d'Azur, seguidas de um jantar: os escritores prediletos, o mal estar de viver, o porquê sair todas as noites, a primeira noite, seguida de outras mais, não ter nada a dizer, foder para preencher os vazios, perder ate a vontade de foder, se afastar, mas ficando mesmo assim junto, brigar, se reconciliar escondendo que no fundo tudo está morto, ir foder com outros, e depois mais nada. Sofrer..."
" Cada dia é a repetição inconsciente do anterior: a gente come uma coisa diferente, a gente dorme melhor ou pior, transa com uma pessoa, vamos a um luga diferente quando saímos. Mas é igual, sem objetivo, sem interesse. Nós continuamos e nos determinamos objetivos materiais. Poder. Dinheiro. Filhos. A gente perde a cabeça tentando realizá-los. Mas, ou a gente nunca consegue alcançá-los e fica frustrada para o resto da vida, ou, quando consegue, percebe que não dá a minima. Depois a gente morre. E fica com a boca cheia de terra. Quando a gente se dá conta disso, a vontade que dá é de encher logo a boca de terra, pra não ficar lutando em vão, para pregar uma peça na fatalidade, para escapar da armadilha. Mas a gente tem medo. Medo do desconhecido. Do pior. E então, quer queira, quer não, a gente fica sempre esperando alguma coisa. Do contrário, já teríamos apertado o gatilho, engolido a caixa de comprimidos, pressionado a navalha até o sangue jorrar... "


Lolita Pillie.










Sentiremos saudades de você, Daniel ♥


We gonna